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Movimentação na Rua 25 de Março

Ao revelar detalhes sobre as transações financeiras em offshores do “departamento de propinas” da Odebrecht no exterior, o executivo e delator da Lava Jato Vinícius Veiga Borin afirmou que dentre os responsáveis por fazer as entregas de dinheiro em espécie da empreiteira no Brasil estava um chinês apelidado de “dragão” que atuava nas lojas da 25 de março, tradicional centro comercial da capital paulista, e dois irmãos Adir e Samir apelidados de “kibe” e “esfirra”. As expressões “operação dragão” e “operação kibe” são algumas das encontradas nas planilhas apreendidas pela Polícia Federal na sede da empreiteira em Salvador durante as operações Acarajé e Xepa, 23ª e 26ª fases da Lava Jato, respectivamente. A utilização de codinomes e siglas para se referir aos destinatários e até operadores de contas e responsáveis pela entrega de dinheiro era uma das práticas do “departamento de propinas” da Odebrecht que os investigadores estão se dedicando a desvendar. Borin atua no setor financeiro desde 1976, tendo trabalhado desde 2006 no Antigua Overseas Bank até ele ser liquidado, em 2010, e depois se tornou um dos sócios do Meinl Bank de Antigua junto com outros então executivos do setor de propinas da maior empreiteira do País. Nos dois bancos Borin relata que atuou com a abertura e operação de contas offshore da Odebrecht para funcionários do polêmico setor da empresa. Leia mais noEstadão.

João Santana

O executivo Vinícius Veiga Borin relata, em delação, que a offshore Shellbill Finance, do marqueteiro das campanhas presidenciais de Dilma Rousseff (2010 e 2014) e Luiz Inácio Lula da Silva (2006), teria recebido US$ 16,6 milhões de três offshores usadas pelo “departamento de propinas” da Odebrecht. O valor é quase o triplo do já rastreado no exterior pela Lava Jato na conta do marqueteiro com apoio de autoridades suíças – US$ 6,4 milhões. Além disso, a operação identificou que Santana e sua mulher e sócia Monica Moura teriam recebido no Brasil outros R$ 23,5 milhões. Os repasses já identificados pela operação deram origem a uma denúncia contra os marqueteiros e os executivos da Odebrecht que atuavam no Setor de Operações Estruturadas – nome oficial do departamento que cuidava da contabilidade paralela da maior empreiteira do País e que foi descoberto pelos investigadores na 23.ª fase da Lava Jato, chamada Acarajé. Em seu relato aos procuradores da força-tarefa, Borin, que atua no setor financeiro desde 1976, diz que, com o avanço da operação, o executivo Luiz Eduardo, atualmente preso e réu na Lava Jato, “começou a solicitar informações de pagamentos para algumas contas”. Borin trabalhava no Meinl Bank, em Antigua, e cuidava das contas da empreiteira. Neste levantamento sobre as transações “aparentemente suspeitas”, aparece os repasses das contas Klienfeld, Innovation e Magna, todas ligadas à Odebrecht segundo o delator, para a conta da Shellbill. Os investigadores suíços já haviam identificado as contas Klienfeld e Innovation como pertencentes, de fato, ao grupo Odebrecht e, até mesmo, encaminhou as informações sobre elas às autoridades brasileiras. Leia mais no Estadão.

Foto: Divulgação

Doleiro Alberto Youssef

Menos de dois meses antes das eleições de 2010, na noite de 17 de agosto daquele ano, o executivo Othon Zanoide de Moraes Filho, da Queiroz Galvão, recebeu um e-mail do doleiro Alberto Youssef, um dos delatores da Operação Lava Jato e então homem forte do esquema de propinas instalado na Diretoria de Abastecimento da Petrobrás. A mensagem era direta e indicava a conta do Diretório Nacional do PP a Othon Zanoide. O PP foi o primeiro partido a se apoderar de uma diretoria estratégica da estatal petrolífera. Sob comando do ex-deputado José Janene (morto em 2010), o partido tomou conta da área e até impôs a nomeação do engenheiro Paulo Roberto Costa para ocupar a chefia da Abastecimento. Depois, o PT e o PMDB assumiram o controle de outras diretorias, Serviços e Internacional, respectivamente, segundo a investigação. O e-mail de Youssef para o executivo foi recuperado pela Polícia Federal. Para os investigadores, a mensagem sugere que o doleiro intermediou ‘doações’ da Queiroz Galvão ao PP. Neste contato, ele anota ‘500.000,00’, que para os investigadores indica um pedido de R$ 500 mil para a legenda. “Boa tarde segue conta diretorio nacional=20. partido progressista, banco do Brasil ag-0452-9 c/c-41607-x cnpj-008871 69/0001- 05, 500.000.00”, anota Youssef no e-mail. A mensagem faz parte do Relatório de Polícia Judiciária número 61, de março de 2016, que analisou a quebra do sigilo telemático de Alberto Youssef e foi juntado aos autos na sexta-feira, 10. O e-mail usado pelo doleiro tinha a inicial ‘paulogoia58’. Em 2010, a Construtora Queiroz Galvão doou R$ 4.162.500,00 a candidatos daquele pleito. A empreiteira distribuiu R$ 1,6 milhão a sete deputados: Roberto Teixeira (R$ 250 mil), Nelson Meurer (R$ 500 mil, em duas parcelas de R$ 250 mil), Luiz Fernando Faria (R$ 100 mil), Aline Corrêa (R$ 350 mil, em duas parcelas de R$ 100 mil e R$ 250 mil), José Otávio Germano (R$ 200 mil), Roberto Britto (R$ 100 mil) e Pedro Henry Neto (R$ 100 mil). Leia mais no Estadão.

Lobista Fernando Falcão Soares, o Fernando Baiano

O lobista Fernando Falcão Soares, o Fernando Baiano, prestou depoimento complementar, em sua delação premiada na Operação Lava Jato, e afirmou que a empreiteira Queiroz Galvão pagou R$ 7 milhões ao ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa. À PF, Baiano citou ainda ‘Augusto Costa’, suposto doleiro que teria atuado para a empreiteira, no Rio. Durante a última semana, a Queiroz Galvão foi citada em um suposto esquema de propina para a campanha de Gabriel Chalita (ex-PMDB, atualmente no PDT) à Prefeitura de São Paulo, em 2012. Em delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado envolveu diretamente o presidente em exercício Michel Temer (PMDB) na operação de captação de R$ 1,5 milhão em recursos ilícitos. Machado revelou ainda ‘medo’ com uma ‘delação’ da Queiroz Galvão. Empresas não fazem acordos de colaboração premiada, mas, sim, de leniência. Em seu depoimento à PF, em 2 de junho, Fernando Baiano relatou que, a partir de 2007/2008, Paulo Roberto Costa começou a pedir a ele para fornecer contas no exterior, ‘a fim de que empreiteiras efetuassem pagamentos de vantagens indevidas’. Segundo o delator, o ex-diretor da Petrobrás informava a qual pagamento era vinculada cada empreiteira. Neste período, afirmou Baiano, ele ‘não atuava em nenhum outro sentido além de prover as contas’. “Por vezes, Paulo Roberto lhe informou que alguns dos pagamentos eram vinculados à Queiroz Galvão; que por volta de 2008, iniciou uma amizade com Augusto Costa, e que então Augusto Costa procurou o declarante para que ajudasse em questões da Queiroz Galvão junto a Diretoria de Abastecimento, como agilizar aprovação de aditivos, assinaturas de contratos, etc”, relatou. Leia mais no  Estadão.

 

O taxista Sérgio Roberto Nascimento de Souza, 40 anos, que foi preso na sexta-feira (17) transportando 31 kg de maconha na BR-324, foi solto horas após flagrante. A droga tinha sido encontrada no porta-malas do táxi, um Focus prata, embalada em fita adesiva.

O flagrante aconteceu depois de o motorista ser parado pela polícia na saída de Camaçari. Os pacotes estavam em sacos plásticos. Sérgio foi autuado por tráfico de drogas pelo Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco). No entanto, um alvará de soltura foi expedido para Sérgio Roberto, que foi liberado horas depois do flagrante.

Na manhã deste domingo, 19 de junho de 2016, Alan da Silva Pinho Sales, 17 anos, veio a óbito após sofrer queda de moto vindo a colidir em uma placa na BR 324, entre Palmeirinha e Novo Paraíso, no município de jacobina.

Segundo informações, Alan seguia de Palmeirinha para abastecer a moto que pilotava no posto de combustíveis em Novo Paraíso, quando perdeu o controle vindo a colidir em uma placa de sinalização. Acredita-se que Alan tenha fraturado de pescoço.

O jovem chegou a socorrido para o Hospital Municipal Antônio Teixeira Sobrinho, onde já deu entrada sem sinais vitais. A mãe de Alan que mora em Palmeirinha passou mal e teve que ser medicada.

Um amigo que seguia de carro logo a frente  disse que Alan não bebia e era um jovem tranquilo. O acidente ocorreu a aproximadamente 1 Km do posto de gasolina, de onde Alan foi socorrido com ajuda de populares. 
Fonte: Augusto Urgente!

Por volta das 23 hs, deste sábado um grave acidente de moto, entre o distrito de Barracas e São Miguel, vitimou o jovem Eleandro Santana 21 anos, morador do Distrito de São Miguel de Caldeirão Grande. De acordo com informações de amigos, a vítima estava retornando do povoado de Vila Cardoso, quando perdeu o controle da motocicleta. Ainda com vida, Eleandro que era casado e pai de dois filhos, chegou a ser socorrido para o hospital de Caldeirão Grande, mais não resistiu e veio a obtive. A estrada que liga os dois distritos, está muito perigoso em virtude construção da BA 375, o que requer todo cuidado por parte dos motoristas e condutores de motos. RFNoticias

Ilhéus: Operação resgatam cinco trabalhadores em condições análogas a escravidão

Foto: Divulgação / MTE
 
Uma operação conjunta envolvendo auditores fiscais do trabalho e agentes da Polícia Federal (PF) encontrou cinco trabalhadores vivendo em condições análogas a escravidão em Ilhéus, Litoral Sul, na manhã desta sexta-feira (17).  De acordo com informações do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os homens viviam em condições de higiene e conforto precárias. Os funcionários prestam serviço à empresa Passo Três, contratada pela Companhia das Docas do Estado da Bahia (Codeba) para executar serviços de pintura e outras atividades equiparadas na área de construção civil. Segundo o encarregado da obra, com exceção dele, os demais funcionários não trabalham com a carteira assinada. Ele também afirma que vem bancando a alimentação do grupo com o dinheiro do próprio salário desde o mês de março, sem qualquer tipo de ressarcimento por parte da empresa. Os funcionários serão encaminhados para o alojamento do Centro de Referência de Assistência Social da Cidade (Cras),  e a emissão das suas guias do seguro desemprego já estão sendo providenciadas. O responsável pela empresa Passo Três não foi encontrado, e a Codeba afirma que não tinha conhecimento das condições as quais os trabalhadores estavam submetidos.
 
Bahia Notícias

'Sentirei muito sua falta', escreveu Edgar Vivar, o Sr. Barriga, no Twitter. Filha diz que causa foi pneumonia; funeral será em Puerto Vallarta, México.

Rubén Aguirre em homenagem recebida em programa de televisão (Foto: Divulgação/Facebook Oficial)

Rubén Aguirre em homenagem recebida em programa de televisão (Foto: Divulgação/Facebook Oficial)

O ator mexicano Rubén Aguirre Fuentes, conhecido por interpretar o Professor Girafales em "Chaves" (1973-1980), morreu nesta sexta-feira (17) aos 82 anos.

A informação foi publicada no Twitter de Edgar Vivar, que fazia o Senhor Barriga no mesmo programa. Verónica Aguirre, filha do ator, disse à rede de TV Televisa que a causa da morte foi pneumonia.

"Meu professor favorito, descansa em paz... Hoje meu grande amigo Rubén Aguirre parte deste plano. Sentirei muito sua falta", escreveu Vivar na mensagem. O funeral será em Puerto Vallarta, no México, onde ele morava.

Aguirre, que há duas décadas tomava medição para controlar diabetes e problemas renais, havia passado recentemente 11 dias internado no México por causa de uma pneumonia.

Durante a internação, Aguirre usou o Twitter para agradecer aos fãs e chegou a brincar com boatos de sua morte. "Já começaram os rumores. Digo-lhes que estou vivinho e tuitando. Taaaa, taaa, ta,,, ta!", escreveu em 1º de junho, usando um bordão do Professor Girafales.

Rubem Aguirre estava aposentado dos palcos desde o fim de 2007, depois que ele e a esposa, Consuelo Reyes, sofreram um acidente de carro. Consuelo perdeu as pernas após a batida. Ela e o marido passaram a usar cadeira de rodas.

Nascido em 15 de junho de 1934, na cidade de Saltillo, no México, Rubén Aguirre Fuentes era formado em engenharia agrônoma e começou a carreira artística como locutor e apresentador de rádio e TV. Antes da fama, também trabalhou como toureiro e piloto.

Seu perfil no Facebook informa que, desde 1976, ele fazia apresentações em circos interpretando o Professor Girafales. Além de "Chaves", Aguirre atuou em 14 filmes e 10 programas de TV.

Aguirre era casado com Consuelo Reyes desde 1960 e deixa sete filhos, além de netos.

Problemas de saúde e financeiros
Sem poder trabalhar na TV, no teatro ou no circo desde o acidente de 2007, Rubén Aguirre passou a enfrentar também problemas financeiros. Exatamente um ano atrás, em junho de 2015, ele divulgou uma carta em que dizia ter "sérios problemas de saúde" e pedia apoio para pagar seus gastos.

Intitulado "E agora, quem poderá me defender?" (referência ao personagem Chapolin), o texto reivindicava assistência médica da Associação Nacional de Atores do México (Anda).

"Como muitos de vocês sabem, nos últimos tempos meu estado de saúde e de minha esposa se debilitaram (...) Minhas forças se acabaram. Tenho lutado há dez anos por esse direito, porque há dez anos preciso dele. Tenho 81 anos e, repito, tenho sérios problemas de saúde", escreveu.

Na época, uma de suas filhas, Verónica Aguirre, afirmou à BBC: "Meu pai se aposentou faz nove ou dez anos, mas nunca pediu ajuda à associação. Ele pagou tudo do próprio bolso, mas, de uns tempos para cá, tem precisado do auxílio de seu sindicato". Dois meses depois, a Anda quitou a dívida, segundo informou o próprio ator.

Em 2014, ele já havia sido internado no México com quadro de desidratação e anemia. Em 2015, foi hospitalizado por causa de cálculos na vesícula e problemas na coluna. Mas os cálculos não puderam ser removidos na época justamente por causa de uma dívida hospitalar.

Professor Girafales (Rubén Aguirre), Chaves (Roberto Bolaños), Chiquinha (Maria Antonieta de Las Nieves) e Nhonho (Edgar Vivar)  (Foto: Divulgação/SBT)Professor Girafales (Rubén Aguirre), Chaves (Roberto Bolaños), Chiquinha (Maria Antonieta de Las Nieves) e Nhonho (Edgar Vivar) (Foto: Divulgação/SBT)

'Não temo a morte. Temo estar morrendo'
Em agosto de 2015, dois meses depois da carta aberta pedindo ajuda, Rubén Aguirre comentou seu delicado estado de saúde em entrevista ao canal Telemundo, emissora mexicana nos Estados Unidos.

Fumando charuto, afirmou: "Não estou totalmente bem: uso uma cadeira de rodas, não posso caminhar, não tenho força nas pernas... Não temo a morte. Temo estar morrendo. Isso, sim, me dá muito medo".

Aguirre disse que um dos filhos de Roberto Bolaños (1929-2014), criador e protagonista de "Chaves", ofereceu ajuda. Os outros colegas de elenco de "Chaves", no entanto, não teriam feito o mesmo.

"Nem Carlos [Villagrán, o Quico], nem Maria Antonieta [de las Nieves, a Chiquinha], nem Edgar [Vivar, o Senhor Barriga], ninguém se aproximou para me dar apoio. Mas eu entendo", declarou.

G1

Membros do Estado Islâmico criam grupo no Telegram em português, diz Abin

Foto: Reprodução
 
A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) confirmou a informação de que integrantes do grupo extremista Estado Islâmico (EI) criaram um grupo em português para trocar mensagens por meio do aplicativo Telegram. Segundo informações do jornal O Globo, o órgão divulgou nota afirmando dessa nova ofensiva destinada à difusão de informações, “amplia a complexidade do trabalho de enfrentamento ao terrorismo e representa facilidade adicional à radicalização de cidadãos brasileiros”. A notícia chama a atenção com a proximidade dos Jogos Olímpicos, que começa em 49 dias. O grupo foi batizado Nashir Português, homônimo ao canal criado pelo EI há 15 dias para convocar brasileiros. Os integrantes do grupo já estavam sendo monitorados pela Abin. Uma fonte da área de segurança relata que as mensagens citam inclusive um discurso do porta-voz do Estado Islâmico, Abu Muhammad al-Adnani.  A Abin afirmou ainda em seu comunicado que a troca de mensagens pelas redes sociais tem sido frequentemente usada pelos jihadistas para ampliar seus membros, principalmente com jovens: “O compartilhamento desses conteúdos em grupos de troca de mensagens instantâneas é uma estratégia utilizada não apenas no Brasil. Organizações terroristas têm empregado ferramentas modernas de comunicação para ampliar o alcance de suas mensagens de radicalização direcionadas, em especial, ao público jovem”.
 
Bahia Notícias
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